22 de agosto de 2015

O número 666 não é o número da besta! Novas descobertas mostram em textos antigos que seria o 616

Você já leu a Bíblia? No Livro do Apocalipse, há uma passagem relacionada ao discípulo João, que relata diversos eventos que acontecerão no fim do mundo.
No meio de todas essas informações há, no capítulo 13, um episódio em que João conta como criaturas obrigam as pessoas a marcarem suas mãos e testas para conseguirem sobreviver. Ou seja, "a marca da besta".
Em outra passagem, é possível identificar um trecho, no versículo 18, que diz "aquele que tem entendimento, calcule o número da besta. É o número do homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis".
Desde então, o número 666 está relacionado com o diabo, ao inferno ou a manifestações perversas. Porém, para a felicidade de uns e decepção de outros, em 2005, uma parte do Apocalipse foi encontrada e, novamente, analisada.
Detectado no Egito e datado do século 3, o conteúdo foi decifrado por alguns pesquisadores, os quais divulgaram que o verdadeiro número da besta é o "616".
Assim, especialistas afirmam que esse pode, realmente, ser o número certo, uma vez que o 616 é um tipo de guematria, ou seja, códigos que são fundamentados em números relacionados às letras dos nomes das pessoas. Muitos cristãos tinham o costume de utilizar os números para camuflar suas identidades ou, até mesmo, transmitir informações sigilosas. O número 616 seria, então, uma referência a Calígula – o imperador.
Contudo, para muitos religiosos, o número nada mais é do que a uma representação de forças do mal. Porém, para muitos especialistas, o novo número identificado pode ser simplesmente uma grande crítica ao Império Romano.

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