3 de março de 2015

Mané Garrincha é o único estádio da Copa do Mundo sem jogo oficial em 2015


Mané recebeu torneio amistoso, mas segue longe do futebol que conta
A temporada de futebol começou em janeiro e somente o segundo maior estádio usado na Copa do Mundo ainda não recebeu partidas oficiais. Sem abrigar jogos do campeonato candango ou da Copa Verde, o Mané Garrincha só vai estrear no calendário esportivo em 2 de abril. Na data, Brasília e Náutico se enfrentam pela Copa do Brasil. Assim, será possível saber se a arena se juntará às outras oito que dão lucro aos mandantes ou às três que amargam prejuízo em 2015.

A aposta dos clubes nos novos estádios até tem dado bons resultados neste ano. Até ontem, as arenas da Copa somavam R$ 10,1 milhões em receita líquida obtida em partidas oficiais. A Copa Libertadores foi a maior alavanca em renda: jogos em casa do Corinthians e do Internacional pela competição continental proporcionaram mais de R$ 1 milhão cada um, o que coloca o Itaquerão e o Beira-Rio na liderança de arrecadação no ano, pelo menos por enquanto. O Cruzeiro estreia hoje o Mineirão no torneio, contra o Huracán (ARG).

Na outra ponta, a Arena Fonte Nova aparece em situação desesperadora. O estádio de Salvador teve prejuízo da ordem de R$ 80 mil em cada uma das duas partidas disputadas com o Bahia como mandante. Em ambas, as despesas passaram dos R$ 100 mil. Até por isso, o clube alterna confrontos como mandante em Pituaçu, menor e mais barato. Contatada pelo Correio, a administração da Fonte Nova não informou o motivo dos altos custos.

Recordista em número de jogos até agora, a Arena Pantanal, em Cuiabá, só deu lucro em duas das oito partidas que recebeu. O estádio tem concentrado boa parte dos confrontos de times do Mato Grosso válidos pelo campeonato estadual e pela Copa Verde, inclusive com rodadas duplas que mesclam duelos dos dois torneios. Mas, por enquanto, atuar lá tem sido salgado: R$ 32,8 mil de prejuízo total na temporada.

Se apenas três das 12 arenas da Copa de 2014 deram prejuízo neste começo de temporada, não se pode dizer, no entanto, que elas tenham obtido sucesso de público. A bilheteria tem sido pífia: em seis estádios, o total de espectadores por jogo não chegou sequer aos 10 mil. Só o Itaquerão deu média de pagantes superior à metade do número de assentos disponíveis: 31.658 em espaço para 48.234 pessoas.

Entre ganhos…
Estádio - Cidade - Jogos oficiais - Renda líquida - Média de público
Itaquerão - São Paulo - 4 - R$ 7.158.659,11 - 31.658
Beira-Rio - Porto Alegre - 3 - R$ 1.477.015,79 - 17.469
Arena Pernambuco - Recife - 6 - R$ 774.434,51 - 6.019
Mineirão - Belo Horizonte - 2 - R$ 607.394,62 - 12.569
Maracanã - Rio de Janeiro - 3 - R$ 180.969,27 - 15.114
Castelão - Fortaleza - 1 - R$ 150.202,99 - 20.480
Arena das Dunas - Natal - 3 - R$ 14.515,22 - 2.981
Arena Amazônia - Manaus - 1 - R$ 14.560,01 - 2.015

…E perdas
Estádio - Cidade - Jogos oficiais - Prejuízo - Média de público
Arena Pantanal - Cuiabá - 8 - R$ 32.882,40 - 2.215
Arena da Baixada - Curitiba - 2 - R$ 44.121,33 - 8.154
Fonte Nova - Salvador - 2 - R$ 168.039,54 - 3.437

FONTE: http://www.df.superesportes.com.br/Mané Garrincha

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