18 de fevereiro de 2015

Dismorfismo corporal


Eles nunca estão satisfeitos com o corpo, muito menos se veem como realmente são. Uns se acham muito gordos, outros muito magros. Alguns sempre enxergam algo dissonante no corpo, o que na realidade não existe. Mais comum do que se imagina, o dismorfismo corporal se caracteriza por uma preocupação excessiva com um defeito imaginário no próprio corpo. Quem se depara muito com essa patologia são os cirurgiões plásticos. Constantemente, são procurados por pacientes em perfeitas condições, mas que estão insatisfeitos com alguma coisa no corpo. Apesar dos inúmeros benefícios da cirurgia plástica, é preciso entender e avaliar as reais necessidades do paciente, a fim de detectar possíveis distúrbios psíquicos de auto aceitação. O dismorfismo corporal é tão sério quanto a anorexia ou a bulimia. A pessoa transforma pequenos defeitos, como uma pinta ou uma cicatriz, em algo monstruoso. Além disso, há aqueles que se acham feios, mesmo sem apresentarem nenhuma anormalidade estética e, mesmo se submetendo a vários tipos de cirurgias, ainda não ficam satisfeitos com o resultado. A vaidade pode ser uma aliada da autoestima, mas – ao mesmo tempo - pode ser um veneno para ela. Tudo o que ultrapassa o bom senso, torna-se perigoso. O dismorfismo corporal não é uma doença nova. Ela vem sendo diagnosticada desde 1987 e foi descrita pela primeira vez há meio século. Porém, muitas pessoas têm o distúrbio e não sabem. Geralmente, o tratamento é feito com antidepressivos e terapias. Se não tratado, a pessoa pode chegar ao suicídio.

Fonte Antena 1/Portal Sentir Bem

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